{"id":4428,"date":"2024-06-11T00:00:00","date_gmt":"2024-06-11T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/marinsbertoldi.com.br\/trust-impactos-fiscais-no-brasil\/"},"modified":"2024-06-15T13:03:10","modified_gmt":"2024-06-15T16:03:10","slug":"trust-impactos-fiscais-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marinsbertoldi.com.br\/en\/trust-impactos-fiscais-no-brasil\/","title":{"rendered":"TRUST: Impactos fiscais no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Utilizado no exterior como instituto jur\u00eddico de planejamento patrimonial e sucess\u00f3rio, o <em>Trust<\/em> possibilita a transmiss\u00e3o ordenada de bens e direitos, bem como a gest\u00e3o qualificada do patrim\u00f4nio familiar. Embora atualmente regido por legisla\u00e7\u00e3o estrangeira, em comparativo aos institutos jur\u00eddicos brasileiros, o <em>Trust<\/em> equipara-se a um mecanismo complexo de testamento cumulado com deveres de fid\u00facia.<\/p>\n<p>Ainda que sem previs\u00e3o no ordenamento brasileiro (visto que o Projeto de Lei n\u00ba 4758\/2020 aguarda aprecia\u00e7\u00e3o pelo Senado Federal), na pr\u00e1tica, o instituto estrangeiro do <em>Trust<\/em> \u00e9 amplamente utilizado por brasileiros que possuem bens e direitos no exterior e, consequentemente, seus efeitos s\u00e3o refletidos em territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Por falta de previs\u00e3o legal, a utiliza\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em> no exterior ocasionava incertezas significativas quanto aos seus efeitos tribut\u00e1rios no Brasil, resultando, dessa forma, inseguran\u00e7a jur\u00eddica para os contribuintes. Nesse contexto, a Lei n\u00ba 14.754, promulgada em dezembro de 2023, coube por resolver tais impasses ao estabelecer uma regulamenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para a tributa\u00e7\u00e3o da renda de bens e direitos objeto de <em>Trust<\/em> no exterior, esclarecendo, ainda, a identidade do titular dos ativos e os procedimentos para declara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Da defini\u00e7\u00e3o do instituto no exterior <\/strong><\/p>\n<p>Em sua defini\u00e7\u00e3o legal, trata-se de \u201c<em>rela\u00e7\u00f5es jur\u00eddicas criadas \u2013\u00a0intervivos ou ap\u00f3s a morte \u2013 por algu\u00e9m, o outorgante, quando os bens forem colocados sob controle de um curador para o benef\u00edcio de um benefici\u00e1rio ou para alguma finalidade espec\u00edfica<\/em>.\u201d, nos termos do art. 2\u00ba da Conven\u00e7\u00e3o de Haia, em vigor a partir de 01\/01\/1992, da qual o Brasil n\u00e3o \u00e9 signat\u00e1rio.<\/p>\n<p>Pelo instituto estrangeiro, o Instituidor (<em>Settlor<\/em>), atrav\u00e9s de manifesta\u00e7\u00e3o unilateral de vontade, destinar\u00e1 parte de seu patrim\u00f4nio para a forma\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em>. O patrim\u00f4nio transferido para o <em>Trust<\/em> formar\u00e1 um patrim\u00f4nio \u00e0 parte (<em>Trust Fund<\/em>), que ser\u00e1 administrado por um terceiro (<em>Trustee<\/em>), em favor do pr\u00f3prio Instituidor ou de Benefici\u00e1rios pr\u00e9-definidos. Em qualquer dos casos, o Instituidor deixar\u00e1 de ter a gest\u00e3o dos respectivos bens e direitos.<\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-7819\" src=\"https:\/\/marinsbertoldi.com.br\/wp-content\/smush-webp\/2024\/06\/Imagem1-300x122.png.webp\" alt=\"\" width=\"740\" height=\"301\" data-smush-webp-fallback=\"{&quot;src&quot;:&quot;https:\\\/\\\/marinsbertoldi.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2024\\\/06\\\/Imagem1-300x122.png&quot;}\" \/><\/p>\n<p>Desde que realizadas as condi\u00e7\u00f5es previamente estipuladas em ato constitutivo pelo Instituidor, a propriedade e o dom\u00ednio do patrim\u00f4nio afetado ser\u00e3o transferidos pelo <em>Trustee<\/em> aos Benefici\u00e1rios.<\/p>\n<p>Importante destacar que, pelo per\u00edodo em que os bens e direitos ficarem sob a administra\u00e7\u00e3o do <em>Trustee<\/em>, estes n\u00e3o se confundir\u00e3o com o patrim\u00f4nio pessoal deste e os Benefici\u00e1rios n\u00e3o poder\u00e3o dispor do respectivo patrim\u00f4nio, podendo apenas receber os frutos, caso assim seja determinado pelo Instituidor do <em>Trust<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Da mudan\u00e7a de posicionamento da RFB na declara\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em> institu\u00eddo no exterior<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>At\u00e9 a promulga\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 14.754\/2023, a \u00fanica men\u00e7\u00e3o ao reflexo fiscal do <em>Trust<\/em> em nosso ordenamento decorria da Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 1627\/2016, que instituiu o Regime Especial de Regulariza\u00e7\u00e3o Cambial e Tribut\u00e1ria (\u201cRERCT\u201d) e que, dentre outros regramentos para a declara\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de recursos, bens ou direitos no exterior, estabeleceu regras espec\u00edficas para a declara\u00e7\u00e3o, em territ\u00f3rio nacional, do <em>Trust<\/em> institu\u00eddo no exterior.<\/p>\n<p>Por previs\u00e3o da respectiva norma infralegal (art. 9\u00ba, par\u00e1grafo \u00fanico, cumulado com o art. 7\u00ba, inc. VIII, \u00a76\u00ba da respectiva d IN 1627\/2016), era poss\u00edvel interpretar que:<\/p>\n<ul>\n<li>Os bens e direitos transferidos ao <em>Trust<\/em> deixavam de compor o patrim\u00f4nio do Instituidor do <em>Trust<\/em>; e<\/li>\n<li>Caberia aos Benefici\u00e1rios do <em>Trust <\/em>a declara\u00e7\u00e3o dos bens e direitos que comp\u00f5e o patrim\u00f4nio afetado pelo <em>Trust<\/em>;<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ou seja, a RFB considerava realizada a transfer\u00eancia da propriedade dos bens e direitos afetados pelo <em>Trust<\/em> j\u00e1 na constitui\u00e7\u00e3o do instituto no exterior, diretamente entre o Instituidor e o Benefici\u00e1rio. Como consequ\u00eancia, na constitui\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em>, os Estados poderiam considerar devida a cobran\u00e7a do ITCMD sobre a transfer\u00eancia da propriedade dos bens e direitos afetados pelo instituto no exterior.<\/p>\n<p>Com a promulga\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 14.754\/2023 (disciplinada pela Instru\u00e7\u00e3o Normativa n\u00ba 2.180\/2024), as regras de declara\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em> no exterior se adequaram \u00e0s regras gerais do instituto estrangeiro \u2013 conforme disciplina do art. 9\u00ba da Lei de Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0s Normas de Direito Brasileiro (\u201cLINDB\u201d): \u201c<em>para qualificar e reger as obriga\u00e7\u00f5es, aplicar-se-\u00e1 a lei do pa\u00eds em que se constitu\u00edrem<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Logo, a partir de 2024, a regra de tributa\u00e7\u00e3o do <em>Trust<\/em> estar\u00e1 baseada na no\u00e7\u00e3o de transpar\u00eancia fiscal, muito utilizada por outros pa\u00edses na regulamenta\u00e7\u00e3o desse instituto. Assim, os ativos vertidos ao <em>Trust<\/em> no exterior ser\u00e3o considerados como pertencentes ao Instituidor, at\u00e9 que haja a efetiva transfer\u00eancia da titularidade dos bens e direitos ao Benefici\u00e1rio, seja em raz\u00e3o do falecimento do Instituidor ou outra condi\u00e7\u00e3o resolutiva, o que ocorrer antes.<\/p>\n<p>Isto posto, importante distinguir os reflexos tribut\u00e1rios decorrentes das transfer\u00eancias e repasses realizados no \u00e2mbito do respectivo instituto estrangeiro, especificamente, entre:<\/p>\n<p><strong>(i) Transfer\u00eancia de propriedade<\/strong>: Equivale \u00e0 transfer\u00eancia dos pr\u00f3prios bens e direitos que comp\u00f5e o patrim\u00f4nio afetado pelo <em>Trust, <\/em>entre o Instituidor e Benefici\u00e1rio.<\/p>\n<p>A transfer\u00eancia (futura e condicionada) de titularidade sobre o patrim\u00f4nio do <em>Trust<\/em> ser\u00e1 considerada como transmiss\u00e3o a t\u00edtulo gratuito pelo Instituidor para o Benefici\u00e1rio e consistir\u00e1 doa\u00e7\u00e3o, se ocorrida durante a vida do Instituidor, ou causa mortis, se decorrente do falecimento do Instituidor. Sob tal transfer\u00eancia, ser\u00e1 devido o ITCMD sobre bens e direitos provenientes do exterior.<\/p>\n<p>Em que pese exista interesse dos Estados pela tributa\u00e7\u00e3o do ITCMD na doa\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de valores, bens e direitos provenientes do exterior, o art. 155, \u00a71\u00ba, III, da Constitui\u00e7\u00e3o Federal determinou que a compet\u00eancia para instituir o referido imposto ser\u00e1 regulada por Lei Complementar. Ocorre que, at\u00e9 presente momento, a referida Lei Complementar n\u00e3o foi editada.<\/p>\n<p>Desse modo, as discuss\u00f5es no judici\u00e1rio que tratam da transfer\u00eancia de bens e direitos por meio do <em>Trust<\/em>, abordam o Tema 825 do Supremo Tribunal Federal (\u201cSTF\u201d)<em>, <\/em>acerca da impossibilidade de institui\u00e7\u00e3o e cobran\u00e7a do ITCMD sobre doa\u00e7\u00e3o\/sucess\u00e3o de bens provenientes do exterior, em raz\u00e3o da aus\u00eancia de lei complementar.<\/p>\n<p><strong>(ii) Repasse de Rendimentos<\/strong>: Equivale \u00e0 distribui\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria ou discricion\u00e1ria de rendimentos gerados pelos bens e direitos afetados pelo <em>Trust<\/em>, seja em favor do pr\u00f3prio Instituidor ou do Benefici\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos rendimentos e os ganhos de capital relativos aos bens e direitos objeto do <em>Trust<\/em> ser\u00e3o considerados auferidos pelo titular de tais bens e direitos na respectiva data e submetidos \u00e0 incid\u00eancia do IRPF, conforme as regras aplic\u00e1veis ao titular.<\/p>\n<p>Caso o <em>Trust<\/em> detenha uma controlada no exterior, esta ser\u00e1 considerada como detida diretamente pelo titular dos bens e direitos objeto do <em>Trust<\/em>, hip\u00f3tese em que ser\u00e3o aplicadas as regras de tributa\u00e7\u00e3o de investimentos em controladas no exterior pela regra geral da transpar\u00eancia fiscal.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Da obrigatoriedade de declara\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os bens e direitos objeto do <em>Trust<\/em>, independentemente da data de sua aquisi\u00e7\u00e3o, dever\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 data-base de 31 de dezembro de 2023, ser declarados diretamente pelo titular na DAA, pelo custo de aquisi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Caso o <em>Trust<\/em> tenha sido informado anteriormente pelo titular em sua DAA, este dever\u00e1 ser substitu\u00eddo pelos bens e direitos subjacentes, de modo a se alocar o custo de aquisi\u00e7\u00e3o para cada um desses bens e direitos.<\/p>\n<p>Se a pessoa que tenha informado anteriormente o <em>Trust<\/em> na sua DAA seja distinta do titular estabelecido pela nova normativa da RFB (decorrente da Lei n\u00ba 14.754\/2023), o declarante poder\u00e1, excepcionalmente, ser considerado como o titular para efeitos do IRPF.<\/p>\n<p>Por todo o exposto, conclui-se que a promulga\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 14.754\/2023 n\u00e3o apenas resultou no significativo avan\u00e7o interpretativo dos reflexos tribut\u00e1rios para o instituto estrangeiro do <em>Trust<\/em>, como extinguiu a inseguran\u00e7a jur\u00eddica que existia em nosso ordenamento jur\u00eddico quanto ao momento da efetiva transfer\u00eancia da propriedade e, consequentemente, da incid\u00eancia tribut\u00e1ria do ITCMD.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do <em>Trust<\/em>, os brasileiros que possu\u00edrem bens e direitos no exterior poder\u00e3o contar com a implementa\u00e7\u00e3o de um instituto que poder\u00e1 ser amplamente utilizado tanto na organiza\u00e7\u00e3o, administra\u00e7\u00e3o e prote\u00e7\u00e3o patrimonial, como no planejamento sucess\u00f3rio, desde que o Instituidor atenda aos limites impostos pela lei brasileira quanto \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o seu patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>O N\u00facleo de Direito Tribut\u00e1rio do Marins Bertoldi Advogados acompanha atentamente os desdobramentos do tema e coloca-se \u00e0 inteira disposi\u00e7\u00e3o para sanar eventuais d\u00favidas e aprofund\u00e1-lo dentro de cada realidade empresarial.<\/p>\n<p class=\"cvGsUA direction-ltr align-start para-style-body\"><strong><span class=\"OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none\">Por Mariana de Meira Todeschini e\u00a0<\/span><span class=\"OYPEnA text-decoration-none text-strikethrough-none\">Ana Caroline Ferreira da Silva<\/span><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Utilizado no exterior como instituto jur\u00eddico de planejamento patrimonial e 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