{"id":6905,"date":"2025-12-22T17:05:19","date_gmt":"2025-12-22T20:05:19","guid":{"rendered":"https:\/\/marinsbertoldi.com.br\/?p=6905"},"modified":"2025-12-22T17:14:58","modified_gmt":"2025-12-22T20:14:58","slug":"constitucionalidade-dos-beneficios-fiscais-para-defensivos-e-insumos-traz-seguranca-juridica-no-agronegocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/marinsbertoldi.com.br\/en\/constitucionalidade-dos-beneficios-fiscais-para-defensivos-e-insumos-traz-seguranca-juridica-no-agronegocio\/","title":{"rendered":"Constitucionalidade dos benef\u00edcios fiscais para defensivos e insumos traz seguran\u00e7a jur\u00eddica no agroneg\u00f3cio\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>Por <strong>Rafaela Aiex Parra<\/strong> e <strong>Guilherme Felix da Silva<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Entenda o contexto<\/strong>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As\u202fADIs\u202f5553&nbsp;e 7755 discutiam, perante o Supremo Tribunal Federal\u202f(STF), em julgamento conjunto, a constitucionalidade\u202fde\u202fbenef\u00edcios fiscais\u202fde ICMS e IPI\u202fconcedidos a&nbsp;defensivos agr\u00edcolas&nbsp;e insumos agropecu\u00e1rios.\u202fNo\u202fjulgamento, que se\u202fencerrou em\u202f18 de dezembro de 2025,\u202fformaram-se tr\u00eas correntes: (i) a do relator Edson Fachin, pela inconstitucionalidade; (ii) a intermedi\u00e1ria, de Andr\u00e9 Mendon\u00e7a; e (iii) a vencedora, capitaneada por Cristiano Zanin, que reconheceu a constitucionalidade dos benef\u00edcios fiscais.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ADI 5553, proposta pelo\u202fPartido Socialismo e Liberdade (PSOL)\u202fem 2016, tem por objeto central o questionamento de dois conjuntos normativos: (i) as cl\u00e1usulas primeira e terceira do Conv\u00eanio ICMS 100\/1997, do Confaz, que reduzem em 60% a base de c\u00e1lculo do ICMS sobre&nbsp;defensivos agr\u00edcolas&nbsp;e determinados insumos agropecu\u00e1rios; e (ii) dispositivos do Decreto 7.660\/2011\u202f(atualizado para o Decreto 11.158\/2022), que fixam al\u00edquota zero do IPI para esses produtos.\u202f\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 a ADI 7755, ajuizada pelo Partido Verde (PV)\u202fem 2024, ampliou&nbsp;o escopo da discuss\u00e3o. Al\u00e9m de tamb\u00e9m contestar as mesmas cl\u00e1usulas do Conv\u00eanio ICMS 100\/1997, incluiu&nbsp;a impugna\u00e7\u00e3o do art. 9\u00ba, \u00a71\u00ba, XI, da Emenda Constitucional 132\/2023, dispositivo que, no contexto da nova sistem\u00e1tica tribut\u00e1ria, autoriza regime diferenciado para insumos agropecu\u00e1rios e aqu\u00edcolas.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todavia, n\u00e3o se trata de uma an\u00e1lise meramente jur\u00eddica. Setores do agroneg\u00f3cio e da ind\u00fastria qu\u00edmica argumentaram&nbsp;que o fim dos benef\u00edcios elevaria custos de produ\u00e7\u00e3o, com poss\u00edveis reflexos sobre pre\u00e7os de alimentos e competitividade internacional.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tramita\u00e7\u00e3o e desdobramentos<\/strong>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No curso do julgamento,\u202fprevaleceu\u202fo posicionamento dos ministros pela\u202fconstitucionalidade dos benef\u00edcios fiscais,\u202freconhecendo-se\u202fa\u202flegitimidade das desonera\u00e7\u00f5es concedidas a&nbsp;defensivos&nbsp;e insumos agropecu\u00e1rios.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A tramita\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es incluiu\u202fa\u202frealiza\u00e7\u00e3o de\u202faudi\u00eancia p\u00fablica, na qual se manifestaram setores da sociedade civil, pesquisadores da \u00e1rea de sa\u00fade e meio ambiente, representantes do agroneg\u00f3cio e autoridades governamentais. A pluralidade de posi\u00e7\u00f5es evidenciou que o tema transcende a esfera tribut\u00e1ria e envolve aspectos de seguran\u00e7a&nbsp;alimentar, pol\u00edtica agr\u00edcola, custos de produ\u00e7\u00e3o, modelos de desenvolvimento\u202fe prote\u00e7\u00e3o ambiental.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O julgamento conjunto das\u202fADIs\u202f5553 e 7755 teve in\u00edcio em 16 de outubro de 2025, marcado por intenso debate entre os ministros e pelas sustenta\u00e7\u00f5es orais das partes.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Retomado em\u202f05 de novembro, o relator\u202fapresentou voto pela proced\u00eancia integral dos pedidos, declarando a inconstitucionalidade\u202fdo\u202fart. 9\u00ba, \u00a7 1\u00ba, XI, da\u202fEC\u202fn\u00b0 132\/2023, bem como\u202fdos benef\u00edcios fiscais concedidos a&nbsp;defensivos agr\u00edcolas&nbsp;no Conv\u00eanio ICMS 100\/1997 e na Tabela do IPI.\u202f\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro Andr\u00e9 Mendon\u00e7a apresentou posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria, reconhecendo a legitimidade das pol\u00edticas de est\u00edmulo ao setor agr\u00edcola, inclusive por meio de benef\u00edcios tribut\u00e1rios, mas defendendo que tais medidas devem observar crit\u00e9rios t\u00e9cnicos de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e ao meio ambiente. Em vez de declarar a inconstitucionalidade das normas, prop\u00f4s a manuten\u00e7\u00e3o condicionada das desonera\u00e7\u00f5es, com submiss\u00e3o peri\u00f3dica a revis\u00f5es t\u00e9cnicas que considerem toxicidade, efic\u00e1cia e impacto socioambiental dos insumos, como forma de conciliar pol\u00edtica agr\u00edcola e deveres constitucionais de prote\u00e7\u00e3o.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em 19 de novembro, a lide foi retomada. Nessa ocasi\u00e3o, o\u202fministro Cristiano Zanin\u202fvotou\u202fpela manuten\u00e7\u00e3o\u202fintegral\u202fdos incentivos fiscais\u202fem quest\u00e3o, argumentando que:\u202f(i) Executivo e Legislativo t\u00eam liberdade para definir a pol\u00edtica econ\u00f4mica e fiscal; e (ii) o Judici\u00e1rio deve respeitar essas escolhas, bem como os acordos firmados entre os entes federativos,\u202fintervindo apenas quando houver\u202fuma flagrante\u202fviola\u00e7\u00e3o constitucional.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O ministro\u202fsustenta que a concess\u00e3o de benef\u00edcios fiscais no setor agropecu\u00e1rio responde a escolhas de pol\u00edtica p\u00fablica leg\u00edtimas,\u202fvoltadas \u00e0 seguran\u00e7a alimentar, \u00e0 produtividade e \u00e0 competitividade externa,\u202fe que a simples exist\u00eancia de\u202fpotenciais\u202fefeitos ambientais negativos n\u00e3o autoriza o Judici\u00e1rio a anular pol\u00edticas fiscais sem provas robustas de incompatibilidade direta e imediata com normas constitucionais.\u202f\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda,\u202fressaltou\u202fos efeitos sist\u00eamicos de uma decis\u00e3o que\u202fderrube de forma abrupta\u202fos\u202fregimes fiscais pactuados, tais como\u202fdesorganiza\u00e7\u00e3o das cadeias produtivas, queda imediata na arrecada\u00e7\u00e3o dos Estados e aumento do custo dos insumos.\u202fAssim,\u202fdefendeu que o STF deve atuar com cautela e s\u00f3 declarar a inconstitucionalidade de normas tribut\u00e1rias quando a viola\u00e7\u00e3o constitucional for evidente e n\u00e3o puder ser resolvida por vias administrativas.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com o encerramento do julgamento em 18 de dezembro, todos os ministros apresentaram seus votos, distribuindo-se entre as tr\u00eas correntes formadas. A ministra\u202fC\u00e1rmen\u202fL\u00facia acompanhou integralmente o voto do relator, Edson Fachin. Por sua vez, o ministro Fl\u00e1vio Dino aderiu \u00e0 posi\u00e7\u00e3o intermedi\u00e1ria apresentada por Andr\u00e9 Mendon\u00e7a. J\u00e1 os ministros Luiz Fux,\u202fDias Toffoli, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Nunes Marques\u202facompanharam o voto do ministro Cristiano Zanin,\u202fconsolidando, por maioria,\u202fa plena constitucionalidade dos benef\u00edcios e a necessidade de defer\u00eancia do Supremo \u00e0s escolhas fiscais dos demais Poderes.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No \u00faltimo voto, do Ministro Nunes Marques, ficou claro que algumas quest\u00f5es relacionadas ao bom uso dos defensivos agr\u00edcolas n\u00e3o se enfrentam pela pol\u00edtica tribut\u00e1ria, mas sim pela j\u00e1 existente pol\u00edtica ambiental e que n\u00e3o cabe ao STF adentrar a esta discuss\u00e3o, no bojo do objeto das&nbsp;ADIs&nbsp;julgadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aguarda-se a publica\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Impactos&nbsp;no&nbsp;Agroneg\u00f3cio<\/strong>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O julgamento das\u202fADIs\u202f5553 e 7755\u202fincide diretamente sobre a estrutura produtiva do agroneg\u00f3cio brasileiro. Por essa raz\u00e3o, qualquer altera\u00e7\u00e3o no regime tribut\u00e1rio dos insumos agropecu\u00e1rios,\u202fespecialmente dos&nbsp;defensivos agr\u00edcolas, produz repercuss\u00f5es que transcendem o direito e alcan\u00e7am dimens\u00f5es econ\u00f4micas, sociais e ambientais.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Efetivamente,\u202fa retirada imediata das desonera\u00e7\u00f5es aumentaria o custo dos insumos, pressionaria margens de lucro, poderia reduzir a competitividade internacional do Brasil e, em alguns segmentos, encarecer produtos da cesta b\u00e1sica. Esse discurso\u202fparte da premissa de que a agricultura brasileira\u202fopera em ambiente de competi\u00e7\u00e3o global intensa, em que varia\u00e7\u00f5es de custo de produ\u00e7\u00e3o podem deslocar mercados para outros pa\u00edses com pol\u00edticas de subs\u00eddio\u202fmais beneficentes.\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim,\u202fimporta\u202fnotar que o agroneg\u00f3cio brasileiro n\u00e3o \u00e9 um setor refrat\u00e1rio \u00e0 inova\u00e7\u00e3o ou a pr\u00e1ticas mais sustent\u00e1veis. H\u00e1 movimentos internos expressivos em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 agricultura regenerativa, ao manejo integrado de pragas, ao uso de\u202finsumos biol\u00f3gicos\u202fe a sistemas produtivos menos dependentes de agroqu\u00edmicos pesados, com o objetivo de construir uma cadeia mais sustent\u00e1vel e ecol\u00f3gica.\u202fPortanto, essa decis\u00e3o \u00e9 um ganho \u00e0 Seguran\u00e7a Jur\u00eddica no Agroneg\u00f3cio, em toda a cadeia de produ\u00e7\u00e3o!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Publicado originalmente: agropujante.com.br\/stf-beneficios-fiscais-defensivos-agricolas-adi-5553\/<\/p>\n\n\n\n<p>\u202f&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Rafaela Aiex Parra e Guilherme Felix da Silva Entenda o contexto\u202f&nbsp; \u202f&nbsp; As\u202fADIs\u202f5553&nbsp;e 7755 discutiam, perante o Supremo Tribunal 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